31 dias, 31 filmes – update.

Posted by | Posted in blog, cinema, trailers | Posted on 02-02-2010

O mês de Janeiro lá passou, e eu lá fui vendo filmes. Para além dos cinco que mencionei no outro post, consegui ver mais… quatro. O que significa que dos 31 que pretendia ver, vi só nove.
Se bem que um deles vi duas vezes, portanto devia contar duas vezes também, não é?
Não?
…Bolas.
Seja como for, aqui está a lista:


Up In The Air – Grande surpresa, este. Estava à espera de gostar, mas nunca de gostar tanto. Um dos grandes filmes de 2009, pelo que me diz respeito. E já sei que houve pessoal que foi ver por causa dos elogios que teci ao filme, e saiu um bocado desiludido. É pena. Admito que a minha perspectiva possa ser um pouco mais pessoal que a dos outros, o filme tocou em algumas coisas que me dizem muito. Mas acho que ninguém nega que é um bom filme, seja como for.


Sherlock Holmes
– Vale pelo elenco, o que acho que não espanta ninguém. Esta versão do Holmes não é tão disparatada como eu pensei que fosse. Mas está perto.


The Road
– Um bom filme que não tenho coragem de aconselhar a ninguém. Emocionalmente esgotante. Já sei que há quem ache que o filme contém alguma esperança, e tal. Eu achei-o completamente vazio de esperança real, e alimentado apenas por desespero disfarçado de esperança.


Whiteout
– Adaptação de um comic de que gosto muito (sem ser um favorito). Enquanto filme, é absolutamente banal e previsível, infelizmente. Nem sequer aquilo que devia ser o ponto principal da história (o uso do clima como adversário) é tão aproveitado como devia. Mas pronto, vê-se…

Também tentei ver o You, Me And Everyone We Know, mas fui interrompido por uma ida às urgências, e sinceramente não me estava a entusiasmar o suficiente para voltar a ele mais tarde.

E pronto. Dos planeados, sobram 22 filmes. Que verei eventualmente.

Sem pressas, ok?

  • Einherjer

    O The Road contém uma imensidão de esperança…
    O facto do rapaz, que nasceu naquele mundo, está sempre disposto a ajudar os outros.
    Aquela familia que sabemos ser decente (têm um cão que não comeram) e que iam atrás deles por causa do rapaz (tinham uma filha, do the math).
    A esperança aqui não é que tudo vai ficar bem mas sim que mesmo quando a maior parte dos humanos reverteu ao barbarismo, ainda haverão aqueles que “carregam a chama.”
    Há esperança sim. Muita. Mas ao contrário do habitual em Hollywood não é obvia nem é explicada em off… Felizmente que os produtores do Se7en não estiveram envolvidos…

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