Bom, quase. De acordo com a Wikipédia, o rio chama-se mesmo Luís Alves, mas o município chama-se Luiz Alves.
Mesmo assim, nem calculam o que isto me diverte! Só porque sim, vejamos algumas citações sobre Luiz Alves (apesar de não ser bem o que estou a fazer, começo a ver que falar na terceira pessoa é realmente viciante):
Luiz Alves é um município brasileiro do Estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 26º43′14″ sul e a uma longitude 48º55′58″ oeste. Sua população estimada em 2009 é de 9.506 habitantes, mas acredita-se que passa de 10.000. A cidade apresenta beleza em suas paisagens destacando sempre a natureza, levando o título de “O Paraíso Verde do Vale”.
Soa-me bem. É capaz de ser um sitio fixe para visitar. Especialmente tendo em conta a parte seguinte:
Luiz Alves é denominada “Capital Catarinense da Cachaça”.
My kind of town! Parece que até há uma festa anual e tudo! Maravilha!
Luiz Alves é o segundo maior produtor de banana do estado.
Já isto soa a trocadilho ordinário.
E que tal vermos a bandeira de Luiz Alves?

O brasão abaixo, com datas retocadas, dava uma boa t-shirt. Ou nem por isso…

Finalmente, reproduzo aqui a letra do hino oficial do município, chamado simplesmente “Hino a Luis Alves”.
Luís Alves, Recanto pequeno querido,
Oásis tem sido de amor e de paz
Aos filhos encanto sem par e irradia
E sempre ufania sorrindo lhes traz
E sempre ufania sorrindo lhes traz.
À sombra das matas, por entre valadas,
De rios enlaçadas, nos saltos, gentis
Cantando epopéias de lutas gigantes,
Heróicas constantes de um povo feliz.
Reponta fecunda de anseios tecida
Dos campos na lida ingrata e braçal,
Sonhando o progresso de gente abnegada
Na crença firmada, a terra natal!
Nos “braços” que o formam,
No fumo e na cana a luta é insana, ignota e senil.
E vive – se ainda no audaz do imigrante,
O exemplo radiante do esforço febril!
Pequenos engenhos tocados à água,
Talvez entre mágoas, fumegam a sorrir…
E filhos da terra, seus padre em prece,
Imploram, áurea messe, risonho por vir!
Salve Luís Alves! Salve!
Definitivamente, fiquei fã da terra. Gostava de passar por lá um dia, mas imagino a confusão se me perdesse…