31 dias, 31 filmes. Pois claro…

Posted by | Posted in blog, cinema, crí­ticas | Posted on 11-01-2010

Bom, o ano ainda vai no começo, e o primeiro dos meus planos já foi por água abaixo.

A minha ideia era, uma vez que vou passar mais do meu tempo livre em casa, aproveitar para ver filmes que tenho por aqui, e limpar um bocado o monte, por assim dizer.

Pois claro. Estamos no dia 11, e eu só consegui ver cinco filmes. Entre o meu sobrinho cá em casa e sempre a querer atenção, problemas de saúde na família, e projectos prioritários (porque envolvem dinheiro em potencial), não tive hipótese de ver mais que isso. É certo que o mês ainda tem muito dia até chegar ao final, mas não estou muito esperançado. Enfim…

Para já, estes foram os filmes que vi:


Harry Brown: Um filme de vingança com o Michael Caine. Bonzito, embora nada de novo ou extraordinário. Mas é o Michael Caine a dar tiros em meliantes, e todos gostamos disso, não é verdade?


In The Loop: Muito bom mesmo. Confesso que da primeira vez algumas coisas me passaram por cima da cabeça, mas à segunda acho que fui lá. Seja como for, ri-me das duas vezes.


An Education: Hm. Não sei muito bem como descrever isto. Gostei, mas nada de extraordinário.


The Invention Of Lying: Se nos deixarmos ir, ignorarmos o facto de que o universo em que este filme se passa não faz sentido nenhum, e que é um bocado previsível, até tem os seus bons momentos.


The Invincible Iron Man: Não é o filme, é uma animação direct2dvd que saiu mais ou menos pela mesma altura. E digo-vos: Profecias antigas, dragões místicos, e entes elementais não são as melhores peças com que recontar a origem do Homem de Ferro. Muito mau.

E pronto. Até ao momento, é isto. Se conseguir ver mais filmes entretanto, dir-vos-ei alguma coisa…

O melhor comic do ano?

Posted by | Posted in bd/comics, blog, crí­ticas | Posted on 20-09-2007

Ok, provavelmente não.
Mas é, sem sombra de dúvida, o mais divertido dos ultimos meses. E soube-me MUITO bem voltar a ver o Tommy e o pessoal…

Spider-man 3

Posted by | Posted in blog, cinema, crí­ticas | Posted on 16-06-2007

Não me quero alongar demasiado com esta critica ao filme, porque em principio, brevemente vou analisá-lo mais em pormenor noutros lados.
Mas não gostei.
É assim, eu ia preparado para todos os defeitos que lhe tinham sido apontados. Efeitos especiais fraquitos, coincidências em cima de coincidências, uma amnésia mais que conveniente, etc. Estava preparado para tudo isso. De forma que me deixei ir, e estava a gostar bastante.
Isto, claro, até dois terços do filme, quando chega uma cena em particular.
A cena do clube de jazz.
A partir daí, o filme descarrila completamente. Tudo se torna completamente ilógico, e mesmo estúpido.
Eu tinha esperança que o problema do filme fossem personagens a mais, e que, com a edição em dvd que os rumores dizem que virá (mais meia hora de filme), tudo tivesse mais espaço, e funcionasse melhor. Mas não me parece que funcionasse. Acho que para salvar isto, seria preciso uma montagem completamente nova. E de preferência, que eliminasse completamente o Venom e o uniforme preto, que não estão lá a fazer rigorosamente NADA. Mesmo relativamente ao lado “negro” do Peter Parker, o mesmo efeito poderia ter sido conseguido, de forma mais subtil, pela perda de responsabilidade que o Peter sentiria com a storyline do Sandman.
Mas a coisa não foi por aí, e tivémos um filme que acaba por desiludir em todos os niveis. Menos em três interpretações.
O Thomas Hayden Church, que está excelente como Sandman.
O James Franco, que como Harry Osborn tem melhorado a olhos vistos.
E claro, a verdadeira estrela de todos os filmes desta trilogia, e que aqui está simplesmente brilhante.
Bruce Campbell. O homem é o maior!

Piratas das Caraíbas 3

Posted by | Posted in blog, cinema, crí­ticas | Posted on 11-06-2007


Antes de mais, sim, eu chamarei ao filme simplesmente “Piratas das Caraíbas 3”. Porque “3” é bem mais fácil de escrever que “Nos Confins do Mundo”.
Fui ver isto com a família no Sábado á noite. Originalmente, éramos para ver o Homem-Aranha: Nos Con.. perdão, 3. Mas alguns dos elementos do grupo armaram-se em espertos, e em vez de esperarem pelos outros para cumprir a nossa tradição de ver o Spider-Man todos juntos, decidiram ver o filme mais cedo.
São portanto uma cambada de cortes.
De forma que decidimos ir ver outro filme nessa noite, e a escolha foi óbvia: Vamos ver o Ocean’s 13.
Pois.
Já nem me lembro da razão pela qual acabámos por ver os Piratas, para ser sincero. Mas pela minha parte, não faz mal. Eu vou acabar por ver os outros filmes na mesma, e o que interessa é que nos divertimos imenso.
Eu pertenço á (penso eu) minoria que não viu o Piratas 2 no ano passado. Gostei muito do primeiro, é verdade, mas por alguma razão, acabei por nunca ver o segundo. Vi-o só na semana passada. E sinceramente, desiludiu-me um bocado. É giro, é divertido, e tal. Mas pareceu-me que tinha muita coisa a acontecer, e pouca história propriamente dita. Não vi ali grandes motivos para o encadeamento de acontecimentos, tirando o básico “porque sim, e porque é giro”. Giro é. Mas soube a um prato com muito bom aspecto, e que realmente até enche, mas com o paladar algo neutro. Ou de bom paladar, mas que não enche. Escolham a vossa própria comparação.
No entanto, devo dizer que o Piratas 3 me agradou muito mais. Já nem falo do facto de este ter um final, e o outro não. Nestes tempos de trilogias pré-planeadas, já estamos todos mais que habituados a isso, e nem sequer era surpresa, por isso penso que não é muito justo avaliar por aí. Não, o filme é mesmo melhor. Pareceu-me que é menos aparatoso que o anterior. Há menos coisas como duelos a 3 (trielos?) dentro de rodas, e canibais perfeitamente supérfluos, e assim. Ou se há, estão melhor urdidas dentro da história que, não sendo nada de extraordinário, pelo menos é suficientemente boa para servir de tempero e recheio a este terceiro prato. E acima de tudo, o filme continua a ser divertido.
E depois há as interpretações, os efeitos especiais, blabla, blabla, blabla. Está tudo tão bom como nos anteriores, menos o que era fraco, que melhorou. Não será filme que marque ninguém com mais de 12 anos, mas é um bom filme.
Mas por favor, não façam um quarto. Ok?

Sobre a Buffy

Posted by | Posted in blog, crí­ticas, net, tv | Posted on 02-07-2006

Já está online o tal texto sobre a Buffy de que falei, podem encontrá-lo aqui.

Um obrigado muito especial ás minhas amigas BADKITTY (pelo desafio que propÃŽs, e pela divulgação do texto) e CB (pela companhia e inspiração durante o processo de escrita).

Se quiserem discutir e debater o texto e/ou a série, estejam á vontade para o fazer no dito fórum, ou aqui. Mas se calhar é melhor no fórum…

O Outro Lado dos Comics

Posted by | Posted in bd/comics, blog, crí­ticas, net | Posted on 31-05-2006

A quem estiver interessado:

Faço agora oficialmente parte do grupo de participantes do blog O Outro Lado dos Comics.

O meu primeiro texto está aqui, e como não podia deixar de ser, é sobre o Nextwave…

Revolver

Posted by | Posted in cinema, crí­ticas | Posted on 16-01-2006


Eu gosto do Guy Ritchie. Adoro o Lock, Stock, And Two Smoking Barrels, é daqueles filmes que posso ver vezes sem conta, e nunca me farto. Também gosto muito do Snatch, apesar de ser demasiado parecido. Mas é divertido na mesma, também é cheio de estilo, e o sotaque do Brad Pitt compensa todos os defeitos que o filme possa ter. :)
Depois veio o terceiro filme, aquele com a Madonna. Aquele que toda a gente diz que é péssimo…
Pois eu não digo isso. E não digo, porque nunca vi o filme. Aquilo realmente tresanda a “ou me fazes um filme, ou vais ter que te limitar a masturbar-te durante dois anos”, de forma que nunca me interessou. A vantagem disso é que posso continuar a apregoar o talento do Guy Richie baseando-me só nos dois primeiros filmes.
Ou melhor, podia.
Porque há dois dias vi o Revolver.
E continuo a gostar muito dos outros dois filmes. Mas caraças, não sei o que passou pela cabeça do Richie.
Á partida, o filme parecia ser do mesmo género dos dois primeiros, mas mais sério, e mais linear. Não tenho problemas com isso, e consequentemente, gostei da primeira hora. Depois… depois não sei o que se passou, mas o filme dá umas voltas estranhas que vêm não se sabe de onde, e não fazem sentido nenhum, pelo menos para mim. A partir daí, o filme desmorona-se por completo.
Há coisas positivas no filme. Como disse, a primeira hora até nem é má, e os actores estão muito bem. O Ray Liotta é o Ray Liotta, já sabemos com que podemos contar, e não desilude. O Jason Statham prova que é realmente bom actor, capaz de ser cabeça de cartaz em bem mais que filmes de porrada. E o Andre 3000, ou Andre Benjamin, ou lá como ele se chama… o tipo dos OutKast… mostra que está a aprender umas coisas, e que ainda pode ter pela frente uma boa carreira como actor.
Mas tirando isso, o filme é para esquecer.
Pior ainda, levando em conta os problemas que a produção teve para arranjar uma distribuidora para o filme, é duvidoso que voltemos a ver um filme do Guy Richie tão depressa.
Apesar de tudo, tenho pena…

Serenity – Comentário final

Posted by | Posted in cinema, crí­ticas | Posted on 11-10-2005

Adorei.

Vá lá, sejam sinceros. Estavam mesmo á espera que eu não gostasse?
Pois gostei. Gostei MUITO. Este filme merecia ser o maior êxito do ano, pelo que me diz respeito.
E apesar disso, só vai recuperar o dinheiro investido porque foi barato. É pena.
Não porque, como vejo muita gente a comentar, isso implica que não hajam mais sequelas. É verdade que, a esta altura do campeonato, isso é improvável, mas o que me incomoda é a falta de recompensa pela qualidade.
Para ser sincero, por mais fanático que seja tanto do filme como da série (e, caso não tenham reparado, sou), não me incomoda muito não voltar a ver estes personagens. Quando a série foi cancelada, aí custou.
Mas agora temos um final perfeito.
Para quê sequelas? Não me parecem necessárias.
Claro que, ainda assim, ia vê-las na mesma… ;)

Batman Begins

Posted by | Posted in bd/comics, cinema, crí­ticas | Posted on 02-07-2005

Batman Begins
Vi agora mesmo.
Sem sombra de dúvida, é o melhor filme do Batman.
Com actores de carne e osso, entenda-se.
Porque eu continuo a preferir estes:

Batman - Mask of the PhantasmBatman Beyond - Return of the Joker (The Original Uncut Version)

Mas a grande questão que fica é: era mesmo o Tim Booth no papel do Mr. Zsasz????

CastBlaster

Posted by | Posted in crí­ticas, net, podcasts, tech | Posted on 26-06-2005

Finalmente, está disponível para todos o programa para podcasting feito pela empresa do Adam Curry. Ou melhor, uma versão beta, e isso é um dos meus problemas com o programa, mas já lá vamos…

O que gostei:

- O interface é porreiro e prático, embora não seja nada de brilhante;
- A opção de termos as notas de produção, não só abertas ao lado dos controles, mas também automaticamente incluidas na tag do mp3;
- A opção de adicionar uma foto no mp3;
- Acima de tudo, gostei dos limitadores automáticos de som, que asseguram que não há distorção por excesso de volume (ou coisa parecida, confesso que os termos técnicos não são o meu forte, mas acho que quem está interessado no programa sabe do que estou a falar).

O que não gostei:

- Por alguma razão, algumas músicas tocam aos saltos;
- Os tais limitadores automáticos (ou um deles, pelo menos) ainda não funcionam muito bem, o que leva a uma flutuação de volume demasiado drástica e audível;
- Por alguma razão, passado algum tempo, o som pura e simplesmente desaparece; ainda consigo gravar a voz, mas nenhuma musica toca, e tenho que fazer reboot para voltar tudo ao normal;
- No Windows XP, pediu-me o Windows Media Player 10, ou maior, para poder criar o mp3. No Windows 2000 não disse nada.

O que mete nojo:

É assim, isto é uma versão beta, certo? Então porque é que, para podermos testar o programa em pleno, temos que comprar uma licença por $50, como se fosse um programa acabado?
É certo que, se não pagarmos, podemos usá-lo por 10 minutos de cada vez, durante 3 meses, e que a licença comprada dará depois para a versão final, mas ainda assim, estão a querer convencer-nos a pagar por algo que não está acabado.

O meu veredicto:

Quando estiver mais avançado algumas versões, talvez valha a pena. Até lá, prefiro o continuamente melhorado e bastante funcional PodProducer, que a menos só tem os limites automáticos, e as notas de produção. E é gratuito.

Se testarem o CastBlaster, deixem aqui a vossa opinião, ok? É bem possível que estas coisas só aconteçam comigo, e estou curioso em saber se concordam ou não comigo, e porquê…