Colunas

Posted by | Posted in blog | Posted on 02-09-2010

Apesar de estar empenhado em manter o Armário em movimento (“Armário em movimento”=story prompt?), não posso estar aqui todos os dias. Há sempre imprevistos, eu nem sempre estou inspirado, e epá, acreditem ou não eu até tenho vida própria! De vez em quando…
De forma que, para evitar dias sem posts novos, decidi olhar para o meu “arquivo morto”, e ver o que posso aproveitar.

E encontrei algumas coisas relativamente interessantes.

Entre elas, estão ideias e textos para duas colunas quinzenais que pensei há tempos.

O que se passou foi o seguinte: Quase contra minha vontade, dou comigo a passar bastante tempo no Facebook (ao contrário do Twitter, onde estou quase sempre e ninguém me arranca de lá). E comecei a pensar que, tirando os habituais posts de uma frase só, a plataforma tem pouco conteúdo próprio. Há montes de links para outros lados, sim, mas eu estou a falar de coisas feitas a pensar no Facebook. Afinal de contas, é um sítio onde é quase certo que toda a gente tem algum público garantido, por pequeno que seja. E como vi pouca gente a aproveitar isso, decidi deitar eu mãos à obra.

E depressa percebi porque há poucos a fazer o mesmo. O Facebook é PÉSSIMO para conteúdo próprio. Se se quiser fazer um vídeo, ou fotos, ou algo igualmente visual, dá para lá meter o link, e aparece um thumbnail e pronto, tudo bem, mas depressa se afunda na torrente de novidades. Se se fizer algo em texto, como eu pretendia, é pior ainda, porque os posts são extremamente limitados em termos de espaço. Para fazer algo maior, é preciso fazer uma note e tratá-la como link externo. O que me parece não só francamente estúpido, como pouco prático. Portanto acabei por abandonar a ideia.

Apesar disso, tinha já anotações e conteúdo feitos para as tais duas colunas. A minha intenção era fazer 25 de cada uma, e alternar semanalmente, mas a verdade é que não arranjei temas suficientes.

A primeira dessas colunas ter-se-ia chamado “Memórias Aos Quadradinhos”. Seria bastante pessoal, literalmente autobiográfica, e seriam relatos de pequenos episódios da minha vida marcados pela presença de banda desenhada.

A outra tinha o nome de “Sou Contra: Ódios viscerais destilados quinzenalmente”. O título explica mais ou menos a ideia. Basicamente, era para dizer mal. Muito. Tanto quanto possível. De qualquer coisa que me irritasse, por pequena que fosse. O tom seria um bocado irónico (os dois primeiros temas seriam “Gente que usa a internet para dizer mal de tudo e mais alguma coisa” e “hipócritas”), mas não completamente. A brincar a brincar, sempre iria desabafando.

Tudo isto para dizer que ainda tenho alguns restos destas ideias em arquivo. Não se admirem se aparecerem por aqui brevemente.

Renovação

Posted by | Posted in blog | Posted on 01-09-2010

Notei recentemente, e se calhar vocês também (se é que “vocês” ainda existem, sequer), que já não faço posts novos aqui no Armário há uns tempos. E que mesmo os últimos que fiz foram, no mínimo, esporádicos.

Várias razões para isso. Todas verdadeiras, e todas soam a desculpas esfarrapadas. Por isso não vos vou dar nenhuma.

O que VOU fazer, no entanto, é rededicar-me a este site. Inspirado pelos bons resultados do esforço do Jorge Amorim, pretendo fazer algo de semelhante nos próximos tempos.

A grande diferença é que, ao contrário dele, eu planeio variar bastante o tipo de posts. Desde bloguiçes normais (embora mais curtas do que é meu costume), até reutilização de coisas escritas há tempos mas que nunca publiquei, passando por ficção, e com alguma sorte, mais mixtapes. Vou publicar tudo o que me vier à cabeça, basicamente.

E para comemorar esta rededicação, decidi mudar também o aspecto do site. Já estava com a velha pele há pelo menos dois anos, e como na Net a reinvenção é a alma do negócio, achei que era boa altura para mudar o visual. Não há alterações no funcionamento, é mesmo só uma questão de aspecto renovado, e como tal, é giro, e assim, mas acaba por não ser o que mais interessa.

O que interessa é que, nos próximos tempos, vou andar bastante por aqui. Espero que vocês também. Se ainda existirem.

Desaires de hardware

Posted by | Posted in blog, tech | Posted on 04-08-2010

Por motivos que não são para aqui chamados, precisei de fazer um upgrade da RAM do meu pc de 512mb para 1gb, comprando 512mb adicionais.

Ontem lá fui à loja comprar (Dualinfor, em Mafra, acho que eles não se importam que eu mencione o nome), e assim que cheguei a casa instalei logo.

E bastou-me ligar a máquina para sentir cheiro a queimado.

Desliguei logo, retirei a RAM adicional, voltei a ligar. Já não cheirou, mas também não arrancou. Não fez mais nada.

Hoje fui à loja, preparado para refilar e protestar pelo facto do material vendido por eles me ter estragado a máquina. Começaram logo por esclarecer que não assumem responsabilidades por instalações feitas em casa pelos clientes, só na loja e/ou pelo técnico deles.

Ainda conversámos um bocado, mas basicamente assentou-se que eles testariam a RAM presumivelmente defeituosa num pc deles, e aí veríamos o que eu teria que protestar ou não.

Testou-se a RAM, à minha frente, e no final ainda verifiquei o número de série só para ter a certeza. Funcionou.

Ou seja, fiquei sem ter ponta por onde pegar, e não sei se os posso censurar por isso. Ainda assim, pedi-lhes para me trocarem a RAM por outra igual, porque não estou confortável com aquela placa. Aceitaram, encomendaram outra, esperam tê-la disponivel até ao final da semana.

Claro que agora não tenho pc onde usá-la…

Over The Top

Posted by | Posted in blog, escrita | Posted on 29-07-2010

O texto que se segue não é uma boa história.

O que se passou foi que há uns tempos, eu estava aborrecido no emprego durante a hora de almoço, e decidi agarrar neste texto, e adaptá-lo para BD, como exercício. A ideia era ver como me saía a escrever uma cena de acção num guião. E matar algum tempo.

Só que pronto, não é uma boa história, o final não tem piada, etc.. Mas pronto. Se havia de estar a ocupar espaço sem fazer nada na minha pen, agora passa a ocupar espaço sem fazer nada aqui.

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O Regresso do Na Estrada

Posted by | Posted in blog, naestrada | Posted on 28-07-2010

… De forma que há duas semanas estávamos eu e o Amadeu todos entusiasmados, “finalmente o Na Estrada vai voltar a sair, vamos pôr a coisa em dia de uma vez por todas, vai ser um espectáculo”, e tal, de tal maneira que já toda a gente nos dizia para nos calarmos com o Na Estrada de uma vez por todas.

Suspeito que nos amaldiçoaram, aliás, porque só tivémos tempo de publicar o primeiro episódio da segunda temporada, e logo a seguir o servidor onde estão os ficheiros (e este site) vai abaixo por uns tempos.

Mas pronto, a coisa resolveu-se (obrigado Sérgio), e agora estamos de volta. Hoje já saiu o segundo (e último) episódio da temporada 2, e se tudo correr bem, continuaremos directamente para a temporada 3, a da semana que passámos na Holanda em 2009.

Espero eu, pelo menos…

Memórias por aí…

Posted by | Posted in blog | Posted on 27-07-2010

Há coisa de uma semana escrevi o post abaixo no meu Facebook, porque me apeteceu escrever isto e este blog estava com problemas técnicos. Como eu odeio o Facebook para blogging, estou a fazer repost aqui, que é onde estas coisas devem estar arrumadinhas.

Certos locais marcam pelas pessoas que associamos a eles.
Na Amadora, há uma zona onde passo imensas vezes, mas onde não consigo evitar pensar nas vezes em que lá ia ter com a primeira mulher que amei. Lembro-me das vezes em que fui ter com ela na minha hora de almoço, só para lhe dizer olá, apesar de ter que fazer 60km e ficar sem tempo para comer. Lembro-me de ir almoçar a casa dela. Lembro-me de a ir buscar para passarmos juntos o único serão romântico que tivemos (pelo menos foi romântico para mim; mas entre jantar, flores, velas, e dança no escuro, fiz o que pude para ser para ela também).
Lembro-me de quando subi de elevador para me despedir dela, depois de saber que nunca haveria nada entre nós.
Outro sítio que me faz sempre pensar em alguém é Sesimbra. Na altura pensava que estava apaixonado, mas olhando para trás, estava só enluxuriado, por assim dizer. As memórias dos nossos passeios ocasionais pela praia de Sesimbra são fortes na mesma.
Também tenho memórias fortes do teleférico do Parque das Nações. Vocês não querem saber porquê.
Ou mesmo que queiram, eu não quero dizer.
Hoje falaram-me em ir ao Jardim Zoológico, e a primeira coisa em que pensei foi no dia fabuloso que lá passei com uma amiga, no meio do qual olhei para ela, trocámos um sorriso, e eu percebi que estava apaixonado por ela há anos.
Enfim. Podia continuar, mas não vale a pena. Não tenho nenhuma conclusão sobre tudo isto.
Simplesmente dei comigo a pensar em quanto de nós deixamos nos locais onde nos partilhamos com alguém.

No Pants Jimmy Jamma’s Most Excellent Super Mixtape Podcast! #7 – No Carro do Meu Irmão

Posted by | Posted in blog, mixtape | Posted on 06-07-2010

Normalmente, as introduções às minhas mixtapes costumam ser curtas. Mas esta é especial, portanto vou puxar pelos galões de proprietário deste blog, e permitir-me falar um bocado (também) sobre mim mesmo.

Este fim de semana, por motivos que agora não interessam nada*, andei a passear com o carro do meu irmão. E como faço sempre que uso carros alheios, levei coisas minhas para ouvir, neste caso vários podcasts.

Por alguma razão, no entanto, o autorádio do meu irmão não conseguiu ler o meu SDCard, pelo que tive que me sujeitar à musica dele.

Não custou tanto como eu pensava. Estava à espera de não gostar de praticamente nada, mas vai-se a ver, e dei comigo a reconhecer montes de músicas.

“Olha esta!”, “Meu Deus, já não ouvia isto há séculos!”, e outras frases do género. Passei o tempo todo assim. E dei comigo a pensar no porquê.**

Eu tenho três irmãos. Durante a minha infância e adolescência, passei mais tempo com uns que com outros em diversas fases, mas todos foram importantes na minha formação, naturalmente.

No entanto, o mais novo dos meus irmãos tem mais dez anos que eu. O que significa que quando eu comecei a gostar de musica que não fosse para bebés, já ele estava quase adulto.

E em plenos anos 80.

De forma que a música a que fui sendo exposto foi a que os meus irmãos ouviam, especialmente a desse tal mais novo. O meu gosto musical foi-se formando à volta do dele. Eventualmente (e rapidamente) divergiu, mas as raízes ficaram lá.

As músicas que ouvi no carro dele são parte das minhas raízes. Algumas já não ouvia desde essa altura. Outras ouvi muitas, muitas vezes, e levaram-me a outras músicas e outros artistas. Mas todas me agradavam na altura, e acabam por me agradar ainda, embora em muitos casos por razões diferentes.

Portanto, eu peguei nessas músicas, e decidi fazer um mixtape especial (em duas partes, porque ainda são bastantes músicas). Não tanto para partilhar as músicas convosco, porque suspeito que provavelmente já conhecerão a maioria, mas como um pequeno tributo ao meu irmão, que para além de tantas outras coisas, deu-me música.

Obrigado, Paulo. Pela música, e por tudo****.

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Psi

Posted by | Posted in blog | Posted on 27-06-2010

Ontem, por ocasião do aniversário de uma amiga minha, fui pela primeira vez ao Restaurante Psi, um vegetariano na Alameda de Sto. António dos Capuchos, em Lisboa.

E não volto a pôr lá os pés.

O primeiro ponto negativo foi o facto de não servirem nem cerveja nem vinho. É certo que isto é prerrogativa do estabelecimento, e é um problema meu, não deles. Mas não os ajuda muito.

Quem conhece o restaurante saberá que a maior parte das mesas estão cá fora, num recinto redondo, e delimitado por portas de alumínio, estilo portas de varanda. Era aí que estavam as mesas reservadas para nós.

No entanto, quando tentámos entrar para esse recinto (e isto depois da aniversariante já ter informado o restaurante de que já tinhamos chegado, só estávamos no jardim à espera de mais convidados), a empregada fechou a porta, informando-nos que não, a porta não era por ali, não podíamos entrar. Obrigou-nos a contornar o círculo para entrarmos pelo lado oposto para o mesmo exacto local.

Mais tarde, ao verificarem que uma das mesas alinhadas para nós ainda estava vazia, os responsáveis pelo estabelecimento perguntaram à aniversariante se realmente precisávamos daquela mesa. Ela informou-os que sim, precisávamos, os convidados em questão chegariam mais tarde.

De notar que eu não tenho problemas com isto. É uma pergunta perfeitamente razoável, o restaurante tem que ganhar dinheiro, e mesas vazias não se pagam a si mesmas.

Só que eles voltaram a fazer a pergunta mais DUAS vezes. E sim, eventualmente os convidados chegaram. Ao menos depois disso deixaram de perguntar.

Mais tarde, ao levantar a mesa, a empregada estava colocada por trás de mim, a retirar um prato do lado oposto. E acidentalmente deu-me com o prato no topo da cabeça. Nada de grave, nem sequer magoou. Acontece.

Eu respondi com um “obrigado” em tom jocoso.

A resposta dela foi “pois, isto está dificil, as pessoas não colaboram…”

Ou seja, em vez de pedir desculpa, queixou-se de não levantarmos os pratos por ela.

Verdade seja dita, a comida estava excelente. E nem sequer paguei muito.

Ainda assim,  e chamem-me picuínhas se quiserem, mas não é sítio onde me voltem a apanhar.

7 Anos

Posted by | Posted in blog | Posted on 25-06-2010

O Armário das Calças faz hoje sete anos.
E todo este tempo passado, continuo a questionar-me se disse alguma coisa de jeito…

(To Be Continued; estou apertado de tempo hoje, mas brevemente terei mesmo que fazer uma reflexão sobre o percurso do Armário. Mais que não seja para decidir o futuro…)

Os meus podcasts favoritos (no momento)

Posted by | Posted in blog, podcasts | Posted on 21-06-2010

Já andava há séculos para fazer um post sobre os meus podcasts favoritos (não simplesmente os que oiço, mas os que faço QUESTÃO de ouvir, mesmo que seja com meses de atraso), e nunca mais arranjava motivação para isso…

Na semana passada, alguém no Twitter pediu conselhos sobre podcasts interessantes, e pronto, aqui estamos nós.

E aqui estão eles:

43 Folders - É infrequente, mas é sempre interessante. As temáticas normais são produtividade e criatividade, duas coisas de que eu preciso sempre, daí gostar disto.

Creative Screenwriting Magazine - Essencial para quem gosta de dissecar filmes e a respectiva escrita. As entrevistas são normalmente aos argumentistas, mas de vez em quando aparecem também realizadores, produtores, actores, etc. E todos têm um ponto de vista digno de ser ouvido. ATENÇÃO: NUNCA ouvir um destes podcasts sem ver o respectivo filme primeiro!

Exploration - Não é bem um podcast, é um programa de rádio distribuido também em podcast. Mas é mais que óbvio que o formato e a edição não são pensados para podcasts, o que leva a muita repetição. Para além disso, os constantes pedidos e edições especiais para incentivar a doação de fundos para a rádio tornam-se cansativos. Mas é pena, porque o Michio Kaku (sim, o programa é dele) tem MUITO jeito para transformar as questões científicas mais complexas em algo perfeitamente compreensível, e o pessoal entrevistado consegue fazer o mesmo. O conteúdo compensa os defeitos, na minha opinião.

Fanboy Radio - O nome diz tudo. Um grupo de fãs fala de vários aspectos da cultura geek (com ênfase em comics), e entrevista vários dos criadores envolvidos. Bom material, se se está disposto a ignorar o entusiasmo dos fanboys.

I Should Be Writing - ”A podcast BY a wannabe fiction writer, FOR wannabe fiction writers”. Esta frase foi o subtítulo do podcast durante muito tempo, e só deixou de ser porque a autora foi finalmente publicada, e deixou oficialmente de ser “wannabe”. Mas o conteúdo continua o mesmo, e ainda é um dos meus podcasts favoritos sobre escrita criativa.

Lado B - O melhor podcast nacional de música. Ponto final.

Net@Night/TWiT - Notícias de tecnologia para todos os gostos, com entrevistas interessantes e debates acesos. Ambos são bons para me manter actualizado nestas coisas.

NOVA Science Now/ Scientific American Podcast/ Science Magazine Podcast/Science@NASA - Estes podcasts têm a mesma utilidade para mim que os dois directamente acima, só que enquanto aqueles são sobre tecnologia, estes são sobre ciência. Provavelmente não precisaria de ouvir todos eles, mas assim tenho diversos pontos de vista sobre alguns assuntos. E são todos igualmente bons, apesar dos formatos diferentes.

NYUB - Demasiado infrequente, mas é capaz de ser o meu podcast de música favorito. Ironicamente, dou comigo a gostar de muitas das musicas “criticadas” no genérico…

Open Source Sex – Essencialmente, este podcast consiste de contos eróticos. Não costumo ter pachorra para audio-erótica, não é por isso que está nesta lista. Está aqui porque, de vez em quando, a autora fala de assuntos ligados a sexo, seja de forma espontânea, ou numa leitura de uma qualquer palestra que deu previamente, que são muito interessantes mesmo. O que compensa o resto.

Psychedelic Salon - Como o nome indica, isto é psicadelismo a rodos. Palestras do Timothy Leary, Terrence McKenna, e outras personalidades importantes da cultura psicadélica. Não é para todos, mas quem se interessar minimamente por estas coisas tem aqui um verdadeiro tesouro. No meu caso, abre-me a mente e dá-me ideias. Mesmo que não tenham directamente a ver com psicadelismo, ajuda-me a pensar no mundo de maneiras diferentes.

Radio OK Fred - Outro podcast de música que não aparece vezes suficientes. Este é feito a partir do Japão, e consequentemente os gostos musicais são mais bizarros, mas é isso que o torna interessante.

Radiologia - Do trio de “fundadores” do podcast nacional,  no qual orgulhosamente me incluo, este é o único resistente, e continua a ser o melhor podcast de amena cavaqueira que conheço. E o facto de falarem de mim quase todas as semanas, e de eu lá ir no próximo sábado, não influencia minimamente a minha opinião, garanto-vos.

Slice OF Sci-Fi - Noticias e críticas sobre o Fantástico em geral, embora com ênfase em cinema e tv.  O podcast normal é bom o suficiente, mas as edições semanais de voicemail dos ouvintes são imperdíveis…

The Dragon Page Cover To Cover - Mesma coisa que o Slice Of Sci-Fi, basicamente, mas sobre livros.

The Secrets - O MELHOR podcast sobre escrita criativa, ponto final! A quantidade de coisas que aprendi aqui é ENORME! Um dos meus livros foi escrito de acordo com processos e dicas aqui explicados e enumerados. Não é um podcast activo, mas vale a pena ouvir todo o arquivo. É sempre actual.

Wordballoon - Essencialmente sobre comics, mas ocasionalmente abrangendo outras áreas, este podcast consiste de longas e pormenorizadas conversas com autores, completamente informais, falando principalmente daquilo que fazem para ganhar a vida, mas tocando em tudo e mais alguma coisa. Incluindo imitações do Orson Welles bêbedo.

Writing Excuses - Eles dizem que não são muito espertos, mas sabem do que falam. Podcasts curtos, de cerca de 15 minutos, cada um lidando especificamente com uma área ou aspecto do mundo da escrita.

TEDTalks – Por alguma razão, eu não recebo isto como podcast, faço sempre o download directo. Mas conta na mesma, e mesmo que não contasse, eu inclui-lo-ia na lista. Cada um destes videos tem ideias que podem mudar o mundo.  Isso não é algo que se deixe passar ao lado.

Novamente, estes não são todos os podcasts que oiço, são aqueles sem os quais já não passo.

Ainda alguém tem dúvidas do porquê de raramente ouvir rádio?